Segundo Elias Assum Sabbag Junior, o controle de emissões e a eficiência no uso de recursos tornaram-se eixos centrais na reorganização industrial do setor plástico à luz dos critérios ESG. A incorporação desses critérios redefine a forma como os processos produtivos são planejados, executados e monitorados. Nesse contexto, as emissões deixam de ser tratadas como simples efeitos colaterais da produção e passam a integrar métricas técnicas de desempenho industrial.
Diante do avanço regulatório e da crescente demanda por transparência, empresas do ramo plástico precisam estruturar ações mensuráveis e consistentes. Compreender como emissões e recursos são controlados permite avaliar não apenas a maturidade ambiental da operação, mas também o grau de responsabilidade institucional adotado pelo setor.
Controle de emissões como indicador ambiental estratégico
O monitoramento das emissões atmosféricas constitui um dos pilares ambientais do ESG no ramo plástico. Na avaliação de Elias Assum Sabbag Junior, acompanhar de forma sistemática a emissão de gases e partículas é fundamental para assegurar conformidade regulatória e previsibilidade operacional. Dessa maneira, os indicadores ambientais deixam de ser abstratos e passam a orientar decisões técnicas concretas.

A mensuração contínua permite identificar pontos críticos do processo produtivo e realizar ajustes antes que ocorram desvios relevantes. Com isso, a gestão ambiental assume caráter preventivo. Em contrapartida, a ausência de controle sistemático compromete a governança ambiental, reforçando que as emissões devem ser tratadas como variáveis técnicas controláveis, e não como eventos ocasionais.
Eficiência no uso de recursos produtivos
A eficiência no uso de recursos é outro eixo fundamental da agenda ESG. Elias Assum Sabbag Junior destaca que o consumo racional de matérias-primas, água e energia reduz impactos ambientais e, simultaneamente, melhora o desempenho industrial. Nesse cenário, sustentabilidade e eficiência produtiva passam a convergir.
Processos mais eficientes reduzem perdas e retrabalhos, tornando o consumo de recursos proporcional à produção efetiva. Como resultado, a operação ganha estabilidade econômica. No entanto, alcançar esse nível de eficiência exige padronização, monitoramento constante e métricas claras que orientem as decisões técnicas no ambiente produtivo.
Integração entre processos industriais e critérios ESG
A aplicação efetiva dos critérios ESG no controle de emissões depende da integração entre processos industriais. Sob a ótica de Elias Assum Sabbag Junior, a fragmentação operacional dificulta a mensuração ambiental e compromete a rastreabilidade dos dados. Sistemas integrados, por outro lado, permitem correlacionar consumo de recursos, geração de emissões e desempenho produtivo.
Essa integração torna os ajustes mais precisos e a tomada de decisão mais confiável. Contudo, requer investimentos em gestão e tecnologia, reforçando que o ESG deve ser incorporado à estratégia industrial como um todo, e não tratado como iniciativa paralela ou pontual.
Governança ambiental e conformidade regulatória
A governança ambiental sustenta o controle de emissões no longo prazo. Conforme avalia Elias Assum Sabbag Junior, políticas internas bem definidas garantem consistência na aplicação dos critérios ESG e reduzem a dependência de ações isoladas. A governança também estabelece responsabilidades claras e fluxos contínuos de monitoramento, conferindo credibilidade a auditorias e relatórios ambientais. Sem essa estrutura, os indicadores perdem valor estratégico.
Em suma, o controle de emissões aliado à eficiência no uso de recursos impacta diretamente a competitividade do ramo plástico. A redução de desperdícios e de emissões melhora o desempenho global da operação, demonstrando que sustentabilidade e eficiência não são conceitos opostos. Práticas alinhadas ao ESG fortalecem a confiança de parceiros comerciais e de mercados regulados, preparando o setor para exigências futuras.
Autor: Madea Bandor
